Apesar de muitas vezes ser, erroneamente, designado com legume, o tomate é um fruto que pertence à mesma família da batata, da berinjela e da pimenta – a Solanacea. Existem diversas variedades que determinam sua cor, seu formato e seu tamanho - e também sua utilização.

O tomate Carmem, por exemplo, é ótimo para saladas, mas por ser mais aguado e não tão saboroso acaba não sendo ideal para molhos. Os tomates holandês e Débora são indicados para saladas também.

Já o italiano, que tem menos sementes e é mais carnudo, é o preferido para o preparo de molhos, enquanto o tomate caqui é boa pedida para usar no vinagrete do churrasco e o tomate cereja vai bem em saladinhas e canapés.

Independentemente do tipo, o tomate é um alimento de baixo valor calórico e rico em potássio, sódio, fósforo, cálcio, magnésio e ferro, vitamina A, complexo B e fonte de vitamina C, esta concentrada na substância gelatinosa que envolve suas sementes.

A substância presente no tomate que faz com que ele seja denominado um alimento funcional chama-se licopeno. Esse componente que dá a coloração amarelo-avermelhada aos alimentos em que está presente é um excelente antioxidante, sendo associado ao combate de doenças cardiovasculares e a alguns tipos de câncer.

Vale ressaltar que o licopeno é melhor aproveitado pelo nosso organismo quando sofre processamento e aquecimento, ou seja, na forma de purê, molho e extrato de tomate.