sardinhaEla já foi vista como a "prima pobre" de pescados como atum e salmão e por isso muitas vezes acabava sendo deixada de lado nas receitas. Mas sua riqueza nutricional - em especial na versão fresca - fez com que ela passasse a ser um ícone dos cardápios saudáveis e conquistasse mais espaço na mesa dos brasileiros.

Sim, estamos falando da sardinha, que é classificada como um peixe gordo, só que apresenta gordura de boa qualidade, com uma fração considerável de ômega-3, que tem ação anti-inflamatória e antioxidante, ajudando a reduzir o risco de doenças cardiovasculares e infarto, por exemplo.

Rica em vitaminas como a B12 (que auxilia o funcionamento do sistema nervoso) e a D (que ajuda na absorção de cálcio), a sardinha ainda tem entre suas propriedades o fósforo, que contribui para a prevenção da osteoporose, e o triptofano aminoácido, essencial para produção de serotonina, substância que regula o sono e produz sensação bem-estar.

Você pode consumir a sardinha de diversas formas: assada, cozida ou grelhada. Também fica uma delícia quando frita, mas há que considerar que nesse tipo de preparação, como acontece com outros tipos de alimento, ela terá reduzidas algumas de suas propriedades nutricionais.